CAMPEONATO DE RESISTÊNCIA SCP – MOSLER MT900R BY NSR – 1ª PROVA

“WINPROVIT MOSTRAM A SUA RAÇA E CONSEGUEM A SUA PRIMEIRA VITÓRIA”

Mais um “espetáculo” com o selo de qualidade do Slot Clube do Porto onde os principais interpretes foram as equipas e os seus pilotos.

Que mais se poderia pedir, quando no mesmo espaço se juntaram cerca de 40 pilotos distribuídos pelas 12 equipas inscritas neste Campeonato de Resistências que, durante as 4 horas, tudo deram para obter uma boa classificação e essa era indubitavelmente o primeiro lugar do pódio.

Ao longo de todo o dia, muitos foram os que por lá passaram, uns para assistirem aos verdadeiros duelos em pista e outros para contribuírem com a sua presença no incentivo à sua equipa favorita.

Não posso deixar de realçar a presença de duas equipas da cidade berço, o regresso dos nossos Amigos da “Veneza Portuguesa” e a estreia nestas andanças dos nossos Amigos que estão para lá do Marão e o regresso de alguns Amigos ao Circuito Adérito Varejão.

Como é normal nestas competições, é muito complicado e tornar-se-ia exaustiva uma análise a quatro horas de competição, e relatar as muitas incidências e acidentes de corrida. Dessa forma, vou aproveitar para em poucas palavras e se possível com alguma piada, relatar os acontecimentos que fizeram desta corrida, talvez a mais emocionante de todas as realizadas no Slot Clube do Porto, com este formato.

Vamos começar do fim para o princípio e começar pela equipa do SLOT CLUBE DE AMARANTE, e dos seus 4 cavaleiros do apocalipse. Esta simpática equipa, ainda com pouca experiência destas andanças, que o diga o Ricardo Lourenço, a cara que ele fez quando teve de se haver com vinte minutos de “dura luta” com um Mosler MT900R endiabrado, haviam de ver a cara dele.

Esta equipa capitaneada por um Tiago que suou em Bica para conseguir levar de vencida as calhas 7 e 8, tarefa nada fácil e que ele com mais ou menos dificuldade, lá torneou. A falta de experiência neste tipo de corridas e o desconhecimento da pista por parte dos restantes elementos da equipa, tornou as coisas mais complicadas, mas sempre com empenho lá terminaram no 12º lugar, foi para o que deu as 940 voltas dadas ao Circuito Adérito Varejão, ficando no ar a certeza que, mais lá para a frente, as prestações serão melhores e consequentemente a sua classificação. O Tiago deve ter ficado a pensar, que pena não termos andado com o carro “daquele senhor de bigode”, 8,4s na calha 4 !!! Pois, mas isso foi em treinos livres e esse era um afinadíssimo Reynard 2KQ de um antigo troféu.

Num modesto 11º lugar ficou a equipa do CCOP, com pilotos bem conhecedores da pista, esta modesta classificação parece-me que se ficou a dever, não a más prestações dos seus pilotos, mas por culpa da própria organização da equipa. A distribuição de calhas pelos seus pilotos e a falta de um piloto de ponta, levou a que as suas 971 voltas não fossem o garante de uma melhor classificação. Esta equipa teve como melhor prestação as 130 voltas obtidas por Fernando Vieira na calha 4, único piloto a baixar do segundo nove nas oito calhas que a equipa teve de efetuar. Tozé Sousa, sempre consistente, não esteve no seu melhor, seria do frio que se fazia sentir?

O outro piloto foi Zé Eduardo, ainda longe de prestações de nível, fez 3 calhas sem grande expressão e na melhor calha de todas ( calha 6 ), as 120 voltas dadas não levaram a equipa a melhor posição na classificação final. Uma melhor distribuição de calhas e os melhores pilotos a fazerem mais calhas, talvez dê um melhor resultado. Fica aqui o conselho.

Outra equipa que ficou muito abaixo das espectativas foram os STEEL FINGERS, ou não tiveram dedos ou se os tiveram, não foram de aço.

Esta equipa recém formada a partir da equipa anterior, a quem se juntou o António Dias e o ausente Bruno Gomes, estava formatada para a obtenção de um bom resultado o que não aconteceu, deixando o seu Team Manager entristecido.

Luís Teixeira, esta temporada a rodar em tempos verdadeiramente “canhão”, com a ajuda de António Dias, talvez na sua melhor forma dos últimos tempos e de Manuel Loureiro ainda em fase de evolução mas já com melhores performances, indicavam, à partida uma intensa e esperada luta por lugares mais cimeiros. Tal não aconteceu e uma corrida desastrada do decano da equipa na calha dois, catapultou Luís Teixeira para uma, ainda mais desastrada calha 1.

Manuel Loureiro, com um final de corrida muito “certinho”, livrou a equipa de uma pior classificação. Com 973 voltas, ficaram apenas com mais duas voltas do que a equipa mãe e foram ultrapassados pelas estreantes equipas da cidade berço da nação. Tarde para esquecer, ou para mais tarde recordar e não repetir ???

Em nono lugar aparece a primeira equipa da “Cidade Berço”, os representantes do “Jê.Esse.Cê”, Guimarães Slot Clube. Com a boa disposição que os caracteriza, os homens de Guimarães, com um Team Manager de aspeto “Binladesco”, vieram fazer uma corrida mas não vieram de mãos abanar, com eles vieram as “ Relvas”.

Que seria desta competição sem as relvas? Deixando a brincadeira de lado, esta equipa tinha como experiência a participação de Alfredo Carvalho e Paulo Relvas ( o tal !!! ) numa prova na nossa pista Carrera. Tanto Marco Silva como Carlos Afonso, não tinham nenhuma experiência na pista do Slot Clube do Porto.

A prestação desta equipa, saldou-se por um lugar modesto e que não espelha o valor dos seus pilotos, mais habituados a outros tipos de “piso”, contudo, as calhas 4 e 5 feitas por Marco Silva e a calha 7 pelo

Alfredo, indicam que já em Janeiro, esta equipa vai começar a baralhar a classificação, dedo têm os “ Boys of Guimarães”. Fica a dúvida se o passeio gastronómico que antecedeu a prova, não lhes retirou algumas voltas, heheheheh!!!!

Da cidade berço, vieram também os nosso conhecidos de outras andanças e já bem conhecedores da pista, os TOP SLOT. Todos estes rapazes já tinham experiência de competições na pista do SCP, sobretudo o “homem do bombo”, Pedro Silva que foi o garante de algumas boas prestações de uma equipa à qual já pertenceu, bem como Luís Sousa.

A experiência acumulada foi o suficiente para estes dois pilotos fazerem a diferença nas calhas que lhes estavam destinadas. José André, nas calhas mais interiores, acabou por não estar mal e com isso contribuiu para o oitavo lugar da sua equipa. Sem mazelas nas mãos, Pedro Silva, será mais eficaz e com um Luís e um José mais desinibidos, a prestação será certamente melhor e vamos assistir certamente a uma batalha pela conquista do reino de Guimarães.

Trepando pela classificação, deparamo-nos com os JUST 4 FUN, equipa de verdadeiros lutadores e com recursos nunca imaginados. Eles trocam de pilotos como trocam de camisa. Desta vez a “troika” de pilotos foi centrada em dinossauros do TT misturados com um Jorge Albuquerque em plena ascensão de forma. Ai se não fosse o problema da lenha e o Jorge catapultaria a equipa para as dez dezenas de voltas. Esta equipa, cada vez mais conhecedora da pista deixou nas mãos de Luís Filipe Silva a responsabilidade de fazer 3 calhas enquanto Jorge Albuquerque se iria defender em outras 3, ficando as restantes duas para José Guilherme defender a honra do convento. O primeiro teve azar de tanto a calha 1 como a calha 2 se terem tornado num autêntico quebra-cabeças e o número de voltas obtido não foi o suficiente para garantir melhor posição. O Homem forte do TT, lá foi dando o que tinha e o que podia para não defraldar a confiança nele depositada.

Para o fim, fica Jorge Albuquerque, andou que se fartou, conseguiu na calha 6 estar ao nível do que melhor se conseguiu e as 132 voltas, deram-lhe o alento necessário para continuar a ajudar a equipa a conseguir a 7ª posição, e que melhorará certamente e já na próxima ronda.

Quem também ficou um pouco aquém foram os “rapazes” do TEAM SERI. Esta equipa reconfigura-se a cada corrida e desta vez não foi exceção. Um novo elemento surpresa foi introduzido nesta prova, foi contratado um velho Amigo do SCP e perdoem-me todos os outros, um velho Amigo meu. Zé Carlos ( de Vila Real ), foi o elemento surpresa que nos foi trazido pelos “ Seris”.

Foi um enorme prazer voltar a rever um velho Amigo e já “burro velho” nestas andanças. Aposta ganha, Zé Carlos voou nas calhas interiores e não comprometeu a confiança nele depositada, mostrou que não se esqueceu das manhas da pista e que o dedo ainda está muito bem calibrado, deixem-me dar os parabéns pela sua prestação. Não preciso de falar de mais uma excelente prestação de Pedro Santos nas calhas 7 e 8, calhas onde ele continua a mostrar serem a sua praia.

Para o fim fica o sempre simpático e castiço Ruben Oliveira, coube-lhe disfrutar do céu e do inferno e ele acabou por se estatelar ao comprido nos dois ambientes. A calha 2 tirou do sério todos os que por lá passaram, mas a calha 6, Ruben esteve muito longe do que nos habituou e o resultado da equipa disso se ressentiu. O 6º lugar, acabou por ser justo pela prestação global da equipa. Qual será a próxima constituição da equipa ?? Quem será o novo STIG ?

Daqui para a frente a “coisa” começa a aquecer. Estámos a falar do TEAM DSV, uma equipa reforçada com Armando Magalhães e Pedro Machado ( ausente nesta prova ). A responsabilidade do sucesso seria repartido por 3, sendo Jorge Lima o elemento a quem caberia a responsabilidade de levar a equipa à vitoria como elemento mais novo e mais rápido de todos os três.

Não entrando no tema “ calha 2 “ onde Armando Magalhães iria demonstrar que efetivamente, ali continua a ser o “ Decano Voador”. Foi na calha 8 que Jorge Lima, com uma prestação muito abaixo do que nos habituou, acabou por hipotecar uma melhor classificação. Apesar das 125 voltas, não serem um resultado negativo, seria ali, que a equipa depositava muita da sua confiança.

Adérito Varejão fez uma prova muito consistente. Altamente concentrado, Adérito fez duas calhas de grande qualidade, uma delas ladeado pelo “Beginner” Filipe Morais e, durante os vinte minutos, sinto-me tentado a afirmar que não saiu uma única vez. Excelente prestação do Adérito, parabéns pela performance.

Armando Magalhães, sempre igual a si próprio, assumiu para si as calhas 1, 2 e 7 e esteve sempre muito rápido e consistente, muito bem Sir Magalhães!!

Atenção a esta equipa, tem muito para dar e será uma das potenciais candidatas ao pódio em todas as provas deste Campeonato.

Chegou a vez dos Vice Campeões do Campeonato anterior, os Absolute Beginners, agora com o patrocínio da Atlantic Slot Racing. Esta equipa está sempre habituada a estar no pódio e foi com esse objetivo que entrou nesta prova. Nesta equipa, residem alguns dos melhores e mais rápidos pilotos do Slot Clube do Porto, é uma equipa habituada a ganhar e a estar presente em provas desta natureza o que lhes confere algum favoritismo. Apesar de todos esses atributos, a equipa estava mais curta por falta de Luís Faria, piloto fundamental na estratégia desta equipa.

Como sempre, coube a Márcio Teixeira a árdua, mas sempre com excelentes resultados para ele e para a equipa, as calhas exteriores ( 1 – 2 e 8 ), desta vez foi António Claro que fez 3 calhas, e a razão foi a inferioridade de Filipe Morais a braços com uma arreliadora tendinite no braço esquerdo, razão pela qual foi defendido.

Começando por Márcio Teixeira, fez o que pode e quem faz o que pode a mais não é obrigado.

O sorteio ditou que os Absolute Beginners começassem na calha 8 e o Márcio foi a todos os títulos notável, só mesmo Pedro Santos, conseguiu obter o mesmo número de voltas ( 129 ), mas já com os pneus do carro muito mais baixos. Na calha 1, esteve muito bem e foi o piloto com mais voltas efetuadas, mas foi na calha 2 ( a calha da morte ) que, à semelhança de muitos outros pilotos, apanhou um carro, já muito “massacrado” e nunca conseguiu andar num ritmo que marcasse a diferença.

A cargo de António Claro ficaram outras 3 calhas e o piloto esteve à altura e conseguiu obter tempos de bom nível e nunca comprometeu a classificação final.

Na defesa da sua lesão, Filipe Morais fez as calhas 5 e 6 e apesar do problema, ainda se defendeu na calha 6, habitualmente entregue ao ausente Luís Faria, e numa interessante luta com Adérito Varejão, conseguiu a marca de 130 voltas, vindo a melhorar a sua prestação na calha 5 onde rodou em tempo muito bons terminando como o piloto com mais voltas dadas nessa calha e ganhando mesmo essa manga. Apesar da dor de cotovelo, ainda está para as curvas !!!!

Agora para o pódio final, vou começar por falar da equipa da SlotSpot Aveiro e deu-me uma vontade de dizer:

“ BEIRA, BEIRA…BEIRA-MAR…OLÉ…!!!!”

Sou obrigado a tirar o chapéu à equipa da nossa Veneza. Já conhecedores da pista, bons pilotos e sempre com uma determinação invulgar, era quase certo que o dia “D” haveria de chegar, e chegou.

Com uma formação de 3 pilotos, coube a Tozé Lemos e Paulo Silva fazerem as calhas que bem conhecem e onde são rápidos e consistentes e deixarem a Bruno Bastos a responsabilidade de, nas calhas mais lentas e difíceis, defender a honra do convento. Se bem decidiram, melhor o fizeram e, aproveitando tudo, foram aos poucos se aproximando dos Absolute Beginners e porque não dizer, de todos os outros, e aí, começou a verdadeira “guerra pelo pódio”

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Tozé Lemos, ao leme do “Moliceiro Aveirense”, levou a bom porto durante as calhas centrais, enquanto o sempre rápido Paulo Silva dava cartas na calha 6 e navegava em águas calmas na 7 e na 8. Com essas assertivas decisões de navegação, os homens de Aveiro levaram a incerteza da 3ª posição até aos últimos segundos da prova e num esforço digno de ser visto, Bruno Bastos conseguiu mesmo no final os 29 metros necessários para levar a equipa ao terceiro lugar do pódio. Parabéns pelo esforço e dedicação, era de esperar que lá chegassem, mas nada se consegue sem trabalho e eles trabalharam que se fartaram!

Muito justa foi a segunda posição da equipa da AFA RACING. Esta recém criada equipa é composta por pilotos experientes e já conhecedores destas provas e desta pista. De todos eles, ressalvo o Carlos Adan, que era o único que poderia estar já esquecido da pista, mas que, mostrou que é como andar de bicicleta, não esqueceu.

A responsabilidade recaiu em Pedro Figueiredo e Nuno Abreu, ambos teriam de numa estratégia montada após o sorteio das calhas de início da corrida, a árdua tarefa de levar a equipa à melhor classificação possível.

Nas calhas que fez, Pedro Figueiredo foi altamente competente, como aliás é apanágio deste piloto levando a equipa a andar sempre em posições que lhe permitiam pensar numa boa classificação.

Quanto a Carlos Adan, na terrível calha 2, não comprometeu a equipa e na calha 6, acabou por rodar a um nível aceitável e voltou a não comprometer. Não nos podemos esquecer que não é um piloto habituado a andar nesta pista, porém isso nunca foi travão para o seu andamento. No essencial esteve muito bem e mostrou que podem contar com ele. Mais uma prova e estará ao seu melhor nível. Vamos aguardar para ver.

Para o fim, fica Nuno Abreu. O “menino” andou que se fartou! Não é nenhuma novidade, o Nuno é um dos mais rápidos pilotos da nossa praça. Na calha 7 ele, literalmente voou e com 134 voltas foi, juntamente com Paulo Silva da Slotspot Aveiro, os pilotos com mais voltas dadas na corrida, o Nuno na calha 7 e o Paulo na calha 6, ambos completaram 134 voltas ao Circuito Adérito Varejão, é obra!

Em resumo, a classificação final foi justa e todos os elementos da equipa deram o seu máximo para garantir esta posição na tabela classificativa.

Para o final ficam os melhores. Não há dúvida que a equipa WINPROVIT/SCP é a melhor apetrechada para estas andanças. Com pilotos consistentes como Lino Marão e Luís Alcino, com uma nova aquisição que já vai apanhando o vírus das vitórias, Jorge Martins, juntando o regressado Raúl Pinto, temos os ingredientes certos para um belo cozinhado, ou melhor dizendo, para, mais uma vitória para a mais forte equipa do Slot Clube do Porto e porque não dizer, deste Campeonato.

Com um total de 1029 voltas, mais 5 voltas do que os segundos classificados e mais 8 do que os terceiros e quartos classificados, não se pode, por agora, pedir mais…digo eu.

Para não querer individualizar, até porque todos eles estiveram bastante regulares, fica aqui registado que, foi Luís Alcino, na calha 7 a obter o tempo canhão da prova, uns fantásticos, ( por agora), 8.625 s.

Foi uma prova em que os WINPROVIT/SCP, apesar de não conseguiram entrar no TOP de voltas efetuadas, mostraram que regularidade e competência de todos os pilotos da equipa na missão que desempenharam, levou a equipa à sua primeira vitória neste Campeonato que certamente será muitíssimo disputado.

Resta-me dizer que foi mais um dia de corridas, bom ambiente, muitas caras novas, muita emoção numa corrida sem incidentes, uma excelente organização muito facilitada pela correta postura de todos os intervenientes. Tivemos o regresso de velhos Amigos e novos Amigos deram-nos o prazer da sua presença. Em resumo, assim o Slot faz sentido, assim todo o trabalho do Slot Clube do Porto faz sentido.

Mais emoções ficam agora agendadas para o próximo dia 4 de Janeiro, já em 2014. Quem entrará o ano a ganhar?

Ano novo, novas emoções, essa é sempre a nossa missão e nunca a tornámos impossível!

UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO RECHEADO DE MUITAS E BOAS GATILHADAS.

CLASSIFICAÇÃO FINAL:

POS Equipa Voltas Metros
1 Winprovit/Scp 1029 11
2 AFA Racing 1024 16
3 Slot Spot Aveiro 1021 49
4 Absolute Beginners 1021 20
5 Team DSV 1017 21
6 Team Seri 1011 18
7 Just 4 Fun 991 32
8 Top Slot 983 13
9 Guimarães Slot Clube 974 36
10 Steel Fingers 973 23
11 CCOP 971 48
12 Slot Clube de Amarante 940 29

 

por: Filipe Morais

“Quando lazer se escreve com “S” de Slot”

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